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12 de Jun de 20202 min

A igreja pós pandemia

Estaria o coronavírus de certa forma ligada ao fim dos tempos? Seria o SARS-CoV-2 um dos Cavaleiros do Apocalipse descritos por João no último livro da Bíblia? A humanidade está diante do fim do mundo? Essas e outras perguntas passam pela cabeça das pessoas diante da pandemia que já contaminou mais de 2,5 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Para o pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro, e autor da coluna Cosmovisão Cristã, doPleno.News, a doença não tem relação com o fim dos tempos. Ele entende que a mesma “faz parte das dores de parto proferidas por Jesus e não do início da chamada grande tribulação”.

A grande tribulação antecederá a vinda de Cristo e ainda que estejamos vivendo a intensificação daquilo que a Bíblia chama de dores de parto, os sinais de Sua volta ainda não se cumpriram por completo. Quando o Anticristo surgir, dará início a um período que nunca houve igual no mundo, o que difere das tragédias e guerras mundiais, como também das pandemias e doenças que já tivemos no planeta os quais jamais puderam ou mesmo poderão dar início à grande tribulação – declarou Vargens.

De igual forma, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes, da Primeira Igreja Presbiteriana de Recife, em Pernambuco, afirma que tanto o coronavírus quanto os rumores de guerra são sinais que antecedem a vinda de Cristo. Usando como base o texto bíblico de Lucas 21:5-28, ele explica que esses sinais são a prova de que Cristo virá.

– Tudo o que Ele disse que antecederia a Sua vinda está acontecendo há 2 mil anos e essas coisas servem para reforçar a nossa confiança nas palavras de Jesus. Isso são estertores de um mundo moribundo que se encaminha para o final e que tem esses tremores de morte à medida que ela se aproxima. É necessário que primeiro aconteçam essas coisas para mostrar nossa fragilidade e quebrar a arrogância do homem mostrando o quanto nós dependemos de Deus – disse Nicodemus.

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